ACÍDOS GRAXOS

Apresentação do Poliol de Ácidos Graxos.

 

Ácido graxo essencial” refere-se aos ácidos graxos necessários aos processos biológicos, e não aqueles que funcionam como fonte de energia. São poli-insaturados que não podem ser sintetizados pelo o organismo a partir da enzima de acetil-coenzima A, e, portanto devem ser adquiridos através da dieta.

Os AG são ácidos que, em sua composição variam de 2 a 24 átomos de carbono. A saturação das ligações entre os carbonos é que classifica os AG em saturados, monoinsaturados (uma dupla ligação) e poli-insaturados (mais de uma dupla ligação), As gorduras consistem em ésteres de ácidos graxos com uma molécula de glicerol, em outras palavras são constituídos por moléculas de ácidos graxos unidas, alguns ácidos graxos poli-insaturados são essenciais ao organismo animal. O mais importante é sem dúvida o Ácido Linoleico (AL) reconhecido como essencial há mais de 30 anos.

Recentemente tem-se dado mais importância aos ácidos graxos, seu estudo advém do fato destes poderem ser utilizados como coadjuvantes no tratamento de várias doenças, desde que adicionados corretamente.

Os ácidos graxos poli-insaturados são componentes estruturais da membrana celular, sendo parte integrante de sua estrutura lipoprotéica. Quando existe deficiência orgânica destes nutrientes, a membrana da célula perde suas características normais, e como consequência tem-se problemas. São também precursores de um grupo de substâncias denominadas eicosanóides. Estes atuam como hormônios locais na regulação de processos fisiológicos, inclusive os processos inflamatórios, que sofrem influência da proporção dietética de ácidos graxos.

São as “gorduras boas” que são essenciais para todas as células do nosso corpo, pois exercem funções essenciais para o organismo – incluindo a produção de energia, o aumento de metabolismo, o aumento do crescimento muscular, o transporte do oxigênio, o crescimento normal celular, além de proporcionar funções nervosas adequadas e participar da regulação hormonal.

Elas são chamadas essenciais porque nosso corpo não consegue produzi-las. Assim, estas gorduras devem estar presentes na nossa dieta, seja pela ingestão de alimentos normais, ou seja, pela suplementação.

Os ácidos graxos essenciais para a alimentação são o ácido linolênico e o ácido linoleico, mas existem outros que podem realizar funções diversas no organismo. A importância destes ácidos graxos está na sua capacidade de se transformar em substâncias biologicamente mais ativas, com funções especiais no equilíbrio homeostático, e em componente estrutural das membranas celulares e do tecido cerebral e nervoso.

A imunidade inata é uma forma primitiva de defesa contra infecções microbianas compartilhadas por plantas, mamíferos e aves, tem uma participação central na biologia dos animais e vegetais, tendo na comunicação um perfeito sincronismo e organização do funcionamento. Além de ser capaz de distinguir o que é benéfico ou maléfico, o sistema imunológico estrutura-se em rede, processando informações de modo a permitir o aprendizado e o desenvolvimento, aspectos fundamentais para a relação do organismo com o meio ambiente, com importantes implicações no adoecimento.

Há evidências da origem primitiva conservada do sistema imune inato de plantas, aves e mamíferos. Características comuns incluem a família de receptores extracelulares com domínios ricos em repetições de leucina que reconhece componentes conservados da superfície de micro organismos, como lipossacarídeos, flagelina, peptidoglicanos ou quitina. Outro aspecto de conservação evolucionária é estrutura da via de sinalização de defesa, que liga o reconhecimento do patógeno a respostas de defesa.

Com base nas considerações apresentadas, de modo sintético, os principais aspectos do sistema imunológico dos animais e vegetais correlacionados à uma hipersuplementação especifica, eleva o potencial de desenvolvimento e combate aos patógenos.

Os animais e vegetais possuem a capacidade de resistir a alguns tipos de microrganismos ou toxinas que tendem a lesar os tecidos e órgãos. Essa capacidade chama-se imunidade, que pode ser inata ou adaptativa. A inata ou resistência natural é a primeira linha de defesa do organismo e opera na fase inicial de uma resposta imune. Como segunda linha de defesa do organismo, temos a imunidade adaptativa que se desenvolve durante a vida e possui a capacidade de reconhecer, especificamente, antígenos estranhos eliminando-os seletivamente. Seus componentes possuem memória, são específicos e se desenvolvem apenas após uma primeira exposição a um antígeno estranho. A imunidade adaptativa é extremamente importante como proteção contra organismos invasores, para os quais o corpo não possui imunidade inata, portanto, o sistema imune tem como principal função prevenir e/ou combater a infecção produzida por microrganismos patogênicos através das imunidades.

Nos animais, basicamente, são os neutrófilos e os macrófagos que atacam e destroem as bactérias, os vírus e outros agentes invasores.  Os neutrófilos são células maduras, capazes de atacar e destruir as bactérias até mesmo no sangue circulante. Já os macrófagos começam sua vida como monócitos sanguíneos, que são células imaturas enquanto estão no sangue e que, nesse estágio tem pouca capacidade de combater os agentes infecciosos. Porém, após penetrarem nos tecidos, começam a aumentar de tamanho, tornando-se macrófagos e potencialmente capazes de combater os agentes infecciosos nos tecidos.

O sistema imune também é composto por fatores solúveis, que são encontrados no sangue ou em outros fluidos corporais. Os fatores solúveis atuam como mediadores chamados de Sistema Complemento, um conjunto de proteínas que complementam a resposta imunológica, ou seja, são proteínas que vão auxiliar as células de defesa na atuação contra qualquer corpo estranho, este conjunto de proteína livre no soro circulante é chamado de Complemento. Estas proteínas estão ali, mas na forma inativa e só vão se ativar quando houver a presença de um corpo estranho. Elas serão ativadas para auxiliar as células de defesa em várias funções imunes e podem atingir diretamente, matando ou neutralizando os patógenos, ou indiretamente, como mensageiros químicos entre os diferentes tipos de células imunes.

Diferente dos animais que têm células móveis especializadas em defesa, cada célula da planta é responsável por sua própria defesa. Assim, cada célula integra sinais do meio externo para ativar respostas de defesa locais e sistêmicas. A superfície exterior das plantas tem cutículas cerosas e compostos antimicrobianos pré-formados. A parede celular constitui uma segunda barreira para prevenir a entrada de possíveis invasores.

Os patógenos que conseguem suplantar as barreiras físicas deparam-se com as respostas induzidas do sistema imune de plantas. O sistema basal de defesa é o primeiro a ser ativado na interação microorganismo-planta e se constitue de respostas em defesas gerais e localizadas. Existe ainda outra linha de defesa específica para cada tipo de patógeno que geram respostas sistêmicas e duradouras mediadas por genes de resistência. A intercomunicação entre as vias de sinalização permitem a planta ajustar as respostas de defesa, dependendo do tipo de invasor que encontra.

O entendimento completo das bases moleculares da resistência de plantas e da regulação das respostas de defesa permitirá melhorias ao usar abordagens mais sofisticadas para controle de pragas e patógenos ao aumentar as defesas naturais das plantas.

Favorecendo o sistema imunológico de animais e plantas, se consegue disponibilizar mais energia para outras funções, promovendo acelerações metabólicas, entre as quais a do crescimento, com aumento de proteínas produzidas naturalmente pelas células, sendo responsáveis pelo fenômeno conhecido como “Comunicação Celular”. Essa comunicação química é dinâmica e dependente do efeito complementar entre os diferentes tipos de FATORES DE CRESCIMENTO.

Em uma situação de equilíbrio as células produzem a quantidade adequada dessas citocinas garantindo o estímulo às demais células e o perfeito funcionamento do tecido, mas uma patologia pode quebrar esse equilíbrio exigindo uma suplementação para retomada da homeostasia.

Na busca do desenvolvimento de um equilíbrio perfeito foi desenvolvido um produto natural que não contem nenhum tipo de hormônio ou conservante, totalmente atóxico, 100% metabolizável assim sendo um produto irrastreável, que não deixa efeitos residuais nos animais, plantas e em seus derivados, não tendo carência para consumo.