ACELERADOR METABOLICO PARA PLANTAÇÕES

APRESENTAÇÃO DO POLIOL DE ÁCIDOS GRAXOS

PRODUTO DESENVOLVIDO PARA ACELERAR O METABOLISMO DAS PLANTAS EM GERAL, QUE FAZ OS NUTRIENTES DA TERRA SEJA MAIS APROVEITADO PELA PLANTAÇÃO.

NOME DO PRODUTO = IMUNOREATIVAX 

A TERRA TEM Q ESTAR BEM ADUBADA E CONTINUAR TRATANDO DA TERRA NORMALMENTE;
APLICAR O ACELERADOR RESPEITANDO ALGUMAS REGRAS DO PRODUTO;
APLICAÇÃO DE FORMA FOLHAR (BOMBAS DE PULVERIZAÇÃO)
EM TODAS AS CULTURAS FAZER 03 APLICAÇÕES;
FAZER ANALISES NOS PERÍODOS MARCADOS.

RENDIMENTO PASSA DE 30 % PARA TODAS AS CULTURAS VEGETAIS

 


FENO
antes-e-depois-2
Produto aplicado 02 vezes em 30 dias
Resultado acima das expectativas


MILHO
milho sem produto milho c produto
Lado esquerdo = Sem produto aplicado
Lado direito = Com produto aplicado


CANA

1a aplicação foi feita no mês de Junho em pleno inverno.
Após 03 aplicações com intervalos de 30 dias

cana-001 cana-002
cana-003
Lado esquerdo = Sem produto aplicado
Lado direito = Com produto aplicado


AMENDOIN

1a e 2a FOTO
Aplicação do produto com espaço de 30 dias


ARROZ

Esquerdo = sem produto
Direito = com produto

 


CAFÉ
cafe-sem-produtocafe-com-produto
Lado esquerdo = Sem produto aplicado
Lado direito = Com produto aplicado


LARANJA
lar-03
lar-08


FLORES ORNAMENTAIS

img-20160919-wa0040-1


Temos produto disponível para venda:

 


Apresentação do Poliol de Ácidos Graxos.

A imunidade inata é uma forma primitiva de defesa contra infecções microbianas compartilhadas por plantas, mamíferos e aves, tem uma participação central na biologia dos animais e vegetais, tendo na comunicação um perfeito sincronismo e organização do funcionamento.
Além de ser capaz de distinguir o que é benéfico ou maléfico, o sistema imunológico estrutura-se em rede, processando informações de modo a permitir o aprendizado e o desenvolvimento, aspectos fundamentais para a relação do organismo com o meio ambiente, com importantes implicações no adoecimento. Há evidências da origem primitiva conservada do sistema imune inato de plantas, insetos e mamíferos.
Características comuns incluem a família de receptores extracelulares com domínios ricos em repetições de leucina que reconhece componentes conservados da superfície de microorganismos, como lipossacarídeos, flagelina, peptidoglicanos ou quitina. Outro aspecto de conservação evolucionária é estrutura da via de sinalização de defesa, que liga o reconhecimento do patógeno a respostas de defesa.
Com base nas considerações apresentadas, de modo sintético, os principais aspectos do sistema imunológico dos animais e vegetais correlacionados à uma hipersuplementação especifica, eleva o potencial de desenvolvimento e combate aos patógenos.
Os animais e vegetais possuem a capacidade de resistir a alguns tipos de microrganismos ou toxinas que tendem a lesar os tecidos e órgãos. Essa capacidade chama-se imunidade, que pode ser inata ou adaptativa. A inata ou resistência natural é a primeira linha de defesa do organismo e opera na fase inicial de uma resposta imune. Como segunda linha de defesa do organismo, temos a imunidade adaptativa que se desenvolve durante a vida e possui a capacidade de reconhecer, especificamente, antígenos estranhos eliminandoos seletivamente. Seus componentes possuem memória, são específicos e se desenvolvem apenas após uma primeira exposição a um antígeno estranho.
A imunidade adaptativa é extremamente importante como proteção contra organismos invasores, para os quais o corpo não possui imunidade inata, portanto, o sistema imune tem como principal função prevenir e/ou combater a infecção produzida por microrganismos patogênicos através das imunidades.
Nos animais, basicamente, são os neutrófilos e os macrófagos que atacam e destroem as bactérias, os vírus e outros agentes invasores. Os neutrófilos são células maduras, capazes de atacar e destruir as bactérias até mesmo no sangue circulante. Já os macrófagos começam sua vida como monócitos sanguíneos, que são células imaturas enquanto estão no sangue e que, nesse estágio tem pouca capacidade de combater os agentes infecciosos.
Porém, após penetrarem nos tecidos, começam a aumentar de tamanho, tornando-se macrófagos e potencialmente capazes de combater os agentes infecciosos nos tecidos. O sistema imune também é composto por fatores solúveis, que são encontrados no sangue ou em outros fluidos corporais. Os fatores solúveis atuam como mediadores chamados de Sistema Complemento, um conjunto de proteínas que complementam a resposta imunológica, ou seja, são proteínas que vão auxiliar as células de defesa na atuação contra qualquer corpo estranho, este conjunto de proteína livre no soro circulante é chamado de Complemento.
Estas proteínas estão ali, mas na forma inativa e só vão se ativar quando houver a presença de um corpo estranho. Elas serão ativadas para auxiliar as células de defesa em várias funções imunes e podem atingir diretamente, matando ou neutralizando os patógenos, ou indiretamente, como mensageiros químicos entre os diferentes tipos de células imunes. Diferente dos animais que têm células móveis especializadas em defesa, cada célula da planta é responsável por sua própria defesa.
Assim, cada célula integra sinais do meio externo para ativar respostas de defesa locais e sistêmicas. A superfície exterior das plantas tem cutículas cerosas e compostos antimicrobianos pré-formados. A parede celular constitui uma segunda barreira para prevenir a entrada de possíveis invasores.
Os patógenos que conseguem suplantar as barreiras físicas deparam-se com as respostas induzidas do sistema imune de plantas. O sistema basal de defesa é o primeiro a ser ativado na interação microorganismo-planta e se constitue de respostas em defesas gerais e localizadas.
Existe ainda outra linha de defesa específica para cada tipo de patógeno que geram respostas sistêmicas e duradouras mediadas por genes de resistência.
A intercomunicação entre as vias de sinalização permitem a planta ajustar as respostas de defesa, dependendo do tipo de invasor que encontra. O entendimento completo das bases moleculares da resistência de plantas e da regulação das respostas de defesa permitirá melhorias ao usar abordagens mais sofisticadas para controle de pragas e patógenos ao aumentar as defesas naturais das plantas.
Favorecendo o sistema imunológico de animais e plantas, se consegue disponibilizar mais energia para outras funções, promovendo acelerações metabólicas, entre as quais a do crescimento, com aumento de proteínas produzidas naturalmente pelas células, sendo responsáveis pelo fenômeno conhecido como “Comunicação Celular”. Essa comunicação química é dinâmica e dependente do efeito complementar entre os diferentes tipos de FATORES DE CRESCIMENTO.
Em uma situação de equilíbrio as células produzem a quantidade adequada dessas citocinas garantindo o estímulo às demais células e o perfeito funcionamento do tecido, mas uma patologia pode quebrar esse equilíbrio exigindo uma suplementação para retomada da homeostasia.